Bangkok - dia 4

No nosso quarto e último dia em Bangkok, fomos visitar a casa de Jim Thompson. James Harrison Wilson Thompson foi um ex-militar americano que se apaixonou pela Tailândia e se tornou a pessoas que mais promoveu a seda produzida no país para o resto do mundo. A casa mostra suas coleções de arte e conta um pouco sobre sua vida. Após se aposentar, ele se mudou e viveu muitos anos na Tailândia até desaparecer na Malásia durante as férias em um resort. A visita é bem interessante, pois mostra um pouco de como é a arquitetura das casas tradicionais tailandesas. 

A visita é guiada, então quando você chega ao museu tem que comprar tickets e aguardar a hora em que o guia chamará o seu grupo. Eles também solicitam que os visitantes guardem seus sapatos em escaninhos pois não é permitido entrar na casa de sapatos. Gostei muito da casa, aprendi sobre a fabricação da seda e sobre a arquitetura tradicional tailandesa. Outras atrações do lugar são o jardim bem cuidado, uma loja de artesanatos, principalmente de seda, e um restaurante - não cheguei a comer lá, mas ouvi dizer que é muito bom.


De lá partimos para o Wat Saket, também conhecido como a montanha de ouro. Este templo foi construído no topo de uma colina artificial de 60 metros de altura. Para chegar ao topo da montanha dourada é necessário subir uma escada com 318 degraus.




Há várias esculturas pelo caminho e um platô com vários sinos, o que deixa a subida mais amena. Ao chegar ao topo você terá uma vista panorâmica de Bangkok.

O Templo da Montanha Dourada Bangkok

A caminho do Templo Wat Traimit passamos no mercado de flores. Mas na tentativa de encontrar o mercado, ficamos perdidos pelas ruas de Bangkok. Aliás, prepare-se para se perder um pouco por lá, pois as ruas são labirintos, principalmente nesta região do centro. Não há sinalização suficiente e a maioria das pessoas não fala inglês e não consegue passar informações confiáveis.  Mas valeu a pena, a Tailândia tem muita tradição em flores e muitos rituais que utilizam as flores. Vocês vão ver flores nas casas, nos templos, restaurantes, e até nos carros.


Depois de nos perdermos mais um pouco, chegamos finalmente ao Wat Traimit, ou templo do Buda Dourado, mas ele já estava fechando e não nos deixaram entrar. Então esta é mais uma dica que dou para vocês, os templos fecham por volta das 17 horas, então cheguem cedo. Depois deste horário, só é permitida a entrada dos monges e todos os turistas têm que se retirar - é "expulsômetro" mesmo. Só consegui tirar estas fotinhos de consolação do lado de fora. Sniff!!!


À noite fomos mais uma vez à Khao San Road. Esta rua fica no centro de Bangkok e é um dos locais que mais recebe turistas. A maioria dos mochileiros se hospeda aqui ou em alguma outra rua nos arredores. Esta rua vale uma visita, porque tem de tudo um pouco: Bares, lojas, casas de massagem, camelôs nas ruas e muitos vendedores ambulantes de insetos comestíveis. Meu amigo comeu um saquinho de grilos e jurou que era uma delícia. Eu não tive coragem e o meu marido pagou a vendedora só para tirar uma foto fingindo que comeu um escorpião... Eca, essa eu deixei passar. Turismo tem limite, não é mesmo, rsrsrs.


Como falei anteriormente, gostamos tanto que fomos lá dois dias seguidos. O preço dos bares é bem em conta e você pode escolher entre os mais toscos até os mais arrumadinho, tem pra todo gosto. Nos dois dias sentamos em barzinhos com varanda, para beber uma cerveja, ver os turistas e locais passando e curtir a culinária local. Falando em cerveja, as da Tailândia são muito boas, principalmente para o paladar dos Brasileiros, já que são muito parecidas com as nossas e servidas geladinhas.


Este mapa que encontrei na internet mostra bem a região da Khao San Road.

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